domingo, 17 de novembro de 2013

Garoto com leucemia vira o Batman e combate crimes em São Francisco! Confirmando a história!

fofura do dia

Garoto com leucemia vira o Batman e combate crimes em São Francisco

É a história mais fofa do fim de semana (ou até mesmo do ano). Um garoto de cinco anos com leucemia realizou o sonho de virar o Batman na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, que se transformou em Gotham City só para ele.
Segundo o jornal L.A. Times, 12 mil pessoas se mobilizaram para concretizar o sonho do garoto, numa ação que foi promovida pela Fundação Make-A-Wish, que realiza desejos de pacientes terminais.
batkid2
Miles Scott (o “Batkid”), acompanhado de um Batman adulto, percorreu as ruas da cidade e salvou uma donzela em perigo e o mascote do time de baseball San Francisco Giants, que estavam nas mão de vilões como o Charada e o Pinguim.
O garoto contou até mesmo com a ajuda de um Batmóvel.
batman
A história logo comoveu os Estados Unidos, e a ação recebeu elogios até dos “Batmen” do cinema Christian Bale e Ben Affleck. O próprio presidente do país, Barack Obama, gravou um pequeno vídeo para o garoto, onde parabeniza o “BatKid” por salvar Gotham.
garoto-batman-1
Ele tinha um batmóvel…
garoto-batman-5
Salvando a mocinha…
garoto-batman-4
A cidade até projetou o símbolo do Batman num hotel para o garotinho ver…
garoto-batman-6
O vilão sendo preso e o garotinho chocado…
garoto-batman-3
Muitos órgãos e empresas da cidade entraram na brincadeira e cederam os espaços… <3 p=""> garoto-batman-2
A cidade de São Francisco compareceu e fez fotos como esta…
batkid4
Ele ficou cansadinho… <3 p=""> batman2
Até o irmãozinho mais novo entrou na brincadeira e se vestiu de Robin…
garoto-batman
Ele ficou muito feliz!
Por mais clichê que seja falar isso, mas são histórias como essa que nos fazem ainda ter fé na humanidade.
por Pedro Rocha

Enriquecimento Ilícito


Luis A R Branco


Há muito tempo que existe por ai o falso evangelho chamado de “teologia da prosperidade” ou “teologia da fé”, sempre denunciada por aqueles que verdadeiramente pregam o evangelho da verdade. No entanto, hoje não se trata apenas de falsos mestres e falsos pregadores do evangelho, mas de enriquecimento ilícito de pastores e líderes cristãos que deveriam ser exemplo de vida modesta e equilibrada para igreja e para o mundo.

O pastor deve viver uma vida simples. Essa simplicidade deve se estender a todas as áreas de sua vida, pois Jesus também viveu de forma simples. Todos os apóstolos e profetas eram homens simples. Os poucos homens ricos que aparecem nas Escrituras Sagradas eram homens sem vocação sacerdotal, foram patriarcas, foram reis, também usados por Deus. Mas a grande maioria dos homens dedicados ao que podemos chamar de ―ministério de tempo integral era de homens simples. O estilo de vida empresarial que domina o pensamento das igrejas dos nossos dias praticamente ridicularizou a simplicidade do ministério cristão, fazendo com que muitos pastores busquem uma vida mais sofisticada. Não creio que seja o propósito de Deus que o pastor de uma igreja local seja rico e que viva um estilo de vida muito superior ao da maioria dos membros da sua igreja e com salário exorbitante.

Em certa ocasião, um escriba queria seguir a Jesus e foi informado por ele que: ― “As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”(Mt 8.20). Nos tempo de Jesus, os escribas ou doutores da lei eram homens de grande importância. No Sinédrio, serviam como juristas e intérpretes da Lei Mosaica no que diz respeito aos assuntos governamentais, administrativos e jurídicos. Na sinagoga, eram os intérpretes das Escrituras Sagradas ajudando o povo a fazer aplicações práticas dos ensinos da lei para cotidiano. Eles também eram os professores que ensinavam o povo a ler e escrever. Embora não fizessem parte da alta sociedade, gozavam de privilégios superiores aos da maioria do povo. A resposta de Jesus a esse escriba é, portanto, um esclarecimento de que a liderança espiritual proposta por Jesus e vivenciada por seus apóstolos era muito simples se comparada com o estilo de vida que ele estava acostumado. A história nos deixa a indicação de que esse escriba desistiu de seus planos após as palavras de Jesus. Será que seguiríamos a Cristo, como ministros do seu santo evangelho, se nós ouvíssemos dele tais palavras? Mas elas ainda ressoam em alto e bom tom para aqueles que se dizem chamados para o pastorado.

É certo que hoje a nossa sociedade abriu oportunidades maiores para aqueles que chamamos bi-vocacionais, ou seja, pessoas que exercem o mistério e uma profissão secular. Trata-se, muitas vezes, de homens zelosos pela causa de Deus e que, quando assumiram o ministério, já eram ricos ou tinham uma vida muito boa. Nesse caso, acredito que o um princípio cristão histórico referente à economia deve ser observado. João Wesley ensinou aos homens dos seus dias: ― “Trabalhe o mais duro que você pode, economize o tanto quanto você pode; doe o tanto quanto você pode” [1]. Tendo em vista que todo trabalho honesto e decente é sagrado para Deus, não vejo razão para que um pastor bi-vocacional deixe de ganhar dinheiro. Neste caso, o princípio de ― “trabalhar o mais duro que você pode”, certamente continuará a trazer benefícios financeiros. O que fazer com esse benefício financeiro? A segunda orientação de Wesley é ― “economize o tanto quanto você pode”. Nos nossos dias, o desperdício de recursos, por meio do consumismo desenfreado, é ofensa àqueles que nada têm e que muitas vezes lutam para ter o que comer. Não seria ético para esses pastores bi-vocacionais viverem em um mundo de fartura e consumismo e, ao mesmo tempo, subir nos púlpitos para ministrar a palavra de Deus. O que fazer então com o que foi economizado? Wesley disse: ― “Doe o tanto quanto você pode”.

Acredito que a ética do pastorado deve motivar todos quantos possuem além do que precisam para uma vida decente, para contribuir para o auxílio do necessitado e para o avanço da causa de Deus. Esses três princípios, na realidade, valem para todos quantos querem glorificar a Deus com suas vidas. Se de alguma forma temos além do que precisamos, devemos doar.

Agora, simplesmente, é inaceitável que pastores venham a enriquecer à custa da igreja e do ministério. Alguns justificam suas contas bancárias substancialmente abençoadas ao fato de serem dignos de receber seus salários equivalentes aos de grandes industriais, diretores executivos (CEO) de grandes incorporações, etc. Quando a Bíblia diz: ― “[...] Digno é o trabalhador do seu salário […]”(Lc 10.7), a ideia não é comparar o salário do pastor com a de outros trabalhadores em outros setores da sociedade. O texto soa melhor como: digno é o trabalhador do seu alimento (Mt 10:10). A ideia original do texto é aquela do suficiente para a provisão decente da vida. Viver uma vida pastoral lucrativa financeiramente é diferente do ideal de Deus para o ministério e portanto é um enriquecimento ilícito para com a ética ministerial.

Estes pastores devem ser denunciados por suas posturas, o rebanho de Deus deve ser alertado para se afastarem deles, pois não se assemelham em nada com o Jesus de Nazaré. Cuidado, pois estes, são cuidadosos no uso das palavras e enganam a muitos. O Ap. Paulo nos alertou através de sua segunda carta a Timóteo que haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando- se às fábulas (2 ™ 4:3-5).

A estes pastores enriquecidos ilícitamente o Senhor os diz pela sua palavra: “[…] Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. […] Assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu estou contra os pastores e deles demandarei as minhas ovelhas; porei termo no seu pastoreio, e não se apascentarão mais a si mesmos; livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que já não lhes sirvam de pasto.” (Ez 34:2-3,10).



Luis A R Branco é colaborador do Genizah


[1] MILLER, D. L. Discipling Nations: The Power of Truth to Transform Cultures. Seattle: YWAM Publishing, 1999. 

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2013/11/enriquecimento-ilicito.html#ixzz2kwaP5lWY
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

sábado, 16 de novembro de 2013

O Vingador - por Tony Reinke

--> -->
 
Quatro super-heróis se unem no “A Iniciativa Vingadores” — Thor, O Incrível Hulk, Capitão América e Iron Man — uma união dos maiores poderes do mundo, convocados quando o mal cósmico ameaça o planeta.
Essa é a história por detrás de Os Vingadores (2012), um filme que reúne esses quatro super-heróis numa liga. E as audiências têm respondido. Em seus três primeiros dias nos cinemas dos Estados Unidos, o filme alcançou o recorde esmagador de 200 milhões de dólares em bilheteria.
Somos atraídos por esse time de super-heróis porque eles são uma equipe convocada para suprimir o mal. Mas quando saímos do cinema, nos deparamos com perguntas. Por que não vemos Deus destruindo o mal com espada, martelo e punhos? Onde Deus está quando coisas ruins acontecem? Onde Deus está quando os indefesos são abusados? Onde Deus está quando ditadores malignos são seguidos? Onde Deus está quando órfãos são traficados? Por que Deus não intervém na história e acaba com as forças das trevas?
Ansiamos que Deus entre neste mundo, pegue os ditadores orgulhosos e egoístas, os falsos messias e os abusadores. Queremos que Deus pegue o mal pelos pés, como Hulk com o auto-proclamado salvador Loki, e o chicoteie violentamente no concreto como uma boneca de pano. “Deus franzino”, é a única fala de Hulk no filme, e é muito verdadeira. Loki é um deus franzino nas mãos de um Hulk vivo.
“Vingança” é um substantivo, “vingar” é um verbo, e os Vingadores são especialmente ativos em sua defesa contra o mal. Eles são os mocinhos, mas são aqueles que nos lembram que o ato de violência é correto — às vezes. Mas quando, e por quem?
Quando necessário, o governo pode desembainhar a espada e vingar como um servo do Vingador (Romanos 13.4). Mas isso nunca é verdadeiro sobre a Igreja.
“Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor.” (Romanos 12.19)
Em vez de vingança, os cristãos são chamados a oferecer os dois lados da face, perdoar 70 vezes 7, não pagar o mal com mal, e não vingar nada. Somos livres para viver com gentileza e tolerância pois, como Paulo menciona, Deus é o Vingador.
Deus é aquele que paga todo ato mal de pecado e rebelião com sua justa vingança. Para aqueles que se humilham na cruz, a ira do Vingador por nossos pecados — passados, presentes e futuros — caiu sobre Cristo. Para os impenitentes e para aqueles que vivem em contínua rebelião contra Deus, o fogo eterno do inferno revelará a ira do Vingador.
Em todo caso, na cruz ou no julgamento eterno, a vingança de Deus é revelada contra cada ato de rebelião, cada ato de pecado. No final, sua vingança é uma revelação de si mesmo.
“Só existe um Deus”, disse o Capitão América.
“Deus somente é o Vingador”, escreveu Martinho Lutero.
“O SENHOR Deus, a quem a vingança pertence, ó Deus, a quem a vingança pertence, mostra-te resplandecente”, cantou o salmita (Salmos 94.1).
Essa não é como a raiva de retaliação de Hulk. A vingança brilhante de Deus é sua resposta justa ao pecado. É a sua santa sanidade. É uma revelação de si mesmo a qual os cristãos são chamados a adorar.
E embora os Vingadores sejam chamados para restringir as forças malignas, eles são um eco distante dAquele que destroçou, e irá novamente, destroçar o mal, e o fará para sempre.
A vingança de Deus nos lembra que nenhum de nós pode escapar do poder do pecado e de suas justas consequências. Gostaríamos de mudar o foco para os ditadores galáticos malignos, mas não podemos escapar da realidade que somos todos culpados de rebelião por ignorar a Cristo. E Deus é o Vingador de toda rebelião, assim como de nosso motim egocêntrico que despreza o seu Filho amado. O Vingador virá “tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo (2 Tessalonicenses 1.8).
Esse julgamento está chegando. Em breve! Pela fé, vemos a justa vingança vindoura de Deus e corremos para o Sangue de Cristo, e encontramos em Cristo o lugar onde a vingança da santa ira de Deus foi derramada e extinguida, de forma que nossa alegria possa ser plena e completa para sempre.
Tony Reinke é um estrategista de conteúdo no Desiring God, blogueiro, e autor de Lit! A Christian Guide to Reading Books. Ele mora em Minneapolis com sua esposa, Karalee, e seus três filhos.
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto – maio/2012. 
Fonte: Desiring God via Monergismo via Como Viveremos


Maneiras de castigar seus filhos sem encostar um dedo neles

Filhos é muito bom, só que da um trabalho!!
Para educar esses meninos sem ao menos encostar a mão neles, preparamos uma lista com ideias criativas para você castigar seus filhos, sem precisar encostar um dedo neles.

Se você não tiver filhos ainda, já salva nos favoritos que um dia com certeza você vai precisar.

1. Matar o notebook
Depois de sua filha reclamar sobre suas tarefas diárias no Facebook, Tommy Jordan gravou um vídeo respondendo as afirmações da adolescente, e o mais espetacular foi o assassinato do notebook ao final.


2. Leiloar ingressos da banda favorita dos seus filhos

Uma mãe na Austrália colocou quatro bilhetes para o show da banda teen One Direction à venda. Segundo a descrição do anúncio, a mãe deixa bem claro que os ingressos eram para sua filha e como ela se comportou mal resolveu puni-la no eBay.
3. Planilha da mesada
A imagem rodou o Facebook nos últimos dias e mostra uma maneira criativa de atingir o “bolso” dos seus filhos.
4. Se seu filho já estiver aprendendo o dom da mentira
5. Vestir a mesma roupa dos seus filhos
Scott Mackintosh decidiu surpreender sua filha adolescente, depois de ter seu pedido negado para que ela colocasse um short mais apropriado para um jantar. O pai vestiu um short curto e ainda colocou uma camisa escrita melhor pai de todos os tempos e foi jantar assim mesmo com sua filha.



6. Punindo um filho maconheiro de 13 anos
 

“Fumei maconha e fui pego! Não pareço legal? Não!
“Aprenda comigo, não use drogas”

7. O castigo da cafonice
 
 
Quando soube que sua filha estava tirando sarro das roupas de outros alunos na escola, Ally foi ao brechó e comprou 50 dólares em roupas antigas e cafonas e forçou sua filha a ir à escola dois dias com elas. A menina jurou que aprendeu a lição e nunca mais falou da roupa de ninguém.

8. Castigo da era digital
 
 
Uma de mãe Ohio trocou a foto do Facebook da filha colocando um X sobre a boca da menina na imagem e com a seguinte frase: “Eu não sei como manter a minha boca fechada, e não estou mais permitida a usar o Facebook ou meu telefone. Por favor, pergunte o porquê, minha mãe diz que eu tenho que responder a todos que me pedirem.” E foi assim que Ava Abbott teve que responder a milhares de e-mails o motivo do seu castigo.

9. Vender o carro do filho
 
 
“Mãe muito louca, vende carro do filho de 16 anos, Ford Ranger 1993. O filho esqueceu de usar o cérebro e foi pego dirigindo bêbado. Ligue para a pior mãe em Wyoming (cidade dos EUA)”
 

Brasileira escapa de afogamento em tufão por buraco de ar-condicionado




Imagem: Reprodução / Arquivo pessoal
A missionária brasileira Lídia Caetano de Souza, 63, contou à BBC Brasil como escapou por pouco da morte em Tacoblan, cidade nas Filipinas que foi devastada pelo tufão Haiyan no fim de semana.


A casa onde ela estava foi inundada e desabou parcialmente com a força da tempestade, e a chuva inundou a construção térrea onde ela morava. O nível da água chegou a sete metros e a força da correnteza fez algumas paredes desabarem.

"Quando a água começou a subir, escapamos pelo buraco do ar condicionado. Amarramos cortinas e lençóis para improvisar uma corda e com ela atravessamos a correnteza do quintal até a construção vizinha, que era de dois andares. Conseguimos ajudar quatro pessoas a atravessar, mas uma delas se afogou e acabou morrendo. Ficamos abrigados lá no alto até a água baixar".

Ela conta que foi caminhando os três quilômetros desde a casa destruída até o aeroporto. "Não consegui salvar nada, só os documentos. Perdi tudo", disse.

DESTRUIÇÃO POR TUDO

Pelo caminho, Lídia viu muitos corpos e animais mortos. "O cheiro era insuportável, não há nada em Tacloban. É destruição para onde quer que se olhe", descreveu. "Não tem nada lá, é só morte".

Ela aguardou no aeroporto dia e noite pela remoção. "Eles nos davam água lá, mas faltava comida. Tinha alguns biscoitos, mas era tudo muito escasso". Lídia só consegui sair de Tacloban na noite de quinta-feira, cinco dias após o tufão atingir o país.

Na quinta-feira ela foi levada num avião das forças americanas até a base aérea de Villamor, em Pasay City, na região da capital, Manila. "Era um avião desses de carga militar, viajamos todos sentados no chão, agarrados às redes. Éramos umas 270 pessoas, sentadas apertadinhas".

Na capital, Lídia foi acolhida por amigos e conseguiu tomar banho e comer uma refeição quente pela primeira vez desde a tragédia. Missionária há 20 anos, dos quais 14 passados nas Filipinas, a religiosa trabalha para a igreja Assembleia de Deus do Rio de Janeiro.

Solteira e sem filhos, os amigos filipinos eram sua família no país. "Mas eu não tenho notícia deles, não sei como estão, nem se sobreviveram", lamenta. "A gente só morre com hora e dia determinado. Não adianta, se ainda não é a nossa vez, Deus salva. Olha eu aqui."

A missionária agora pretende voltar ao Brasil com a ajuda da embaixada. Ela contou que vai passar o Natal e Ano Novo no Brasil, e voltar para a Ásia em janeiro. No entanto, ela não voltará às Filipinas, mas sim para uma nova missão no Camboja.
BBC
 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Uma cidade inteira realizou o sonho de um menino de ser o Batman

batman_menino
No dia 15 de novembro de 2013, algo mágico vai acontecer em San Francisco, EUA. Juntos por um objetivo comum, os moradores da cidade ajudarão a realizar o sonho do pequeno Miles, de 5 anos de idade, que deseja ser o Batman. Para que tudo dê certo neste dia tão especial, os moradores desta cidade farão parte de uma ação proposta pelo projeto Make a Wish (faça um pedido). O “Make a Wish” é uma ONG que tem por objetivo realizar o desejo de pessoas como Miles, que encontram-se com problemas de saúde (o pequeno trava uma luta contra a leucemia), tornando as suas vidas mais leves, contribuindo desta forma para o fortalecimento do individuo perante a doença que o acomete. Assim, San Francisco virará Gotham City por um dia.
Na manhã do dia 15, o noticiário fará uma manchete especial, na qual o chefe de polícia perguntará se alguém sabe onde se encontra o Batman Kid, pois há um crime precisando dele para ser resolvido, precisando do herói para enquadrar alguns vilões e por o local em ordem. Daí em diante, o menino salvará uma donzela amarrada aos trilhos de um bonde, evitará o roubo de um caixa forte, prendendo o vilão (Coringa). Terminada a primeira parte de sua jornada, ele almoçará em um famoso local, onde pessoas pedirão sua ajuda para que possam recuperar o mascote sequestrado pelo Pinguim. Por fim, após estabelecer a ordem, ele se encontrará com o prefeito e o chefe de polícia, recebendo uma homenagem pelos serviços prestados àquela comunidade.
Fiquemos ligados então nos próximos acontecimentos… em que qualquer canhão de luz ao céu poderá ser um chamado ao homem menino morcego.


Não confirmei ainda esta informação, mas se for real será de grande valia e exemplo para todos de todos os países.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O Cristo da nossa fantasia






Por Hermes C. Fernandes

Uma das passagens mais misteriosas do Novo Testamento é a que narra o encontro entre Jesus e dois dos Seus discípulos no caminho de Emaús. O que chama mais a atenção neste episódio é o fato de eles não O reconhecerem de primeira mão. O que os impediu, afinal? Ainda que fossem discípulos novatos, provavelmente já haviam estado com Ele o suficiente para reconhecê-lo. Em vez disso, travaram um diálogo onde demonstraram o quão frustrados estavam pelo fim fatídico que havia tido o seu mestre três dias antes.

Jesus se aproxima como se fosse um peregrino qualquer. Propositadamente, não se apresenta. Apenas pergunta do que se lamentavam. Eles o respondem grosseiramente: “És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias” (Lc. 24:18)?

O texto diz que eles estavam como que com os olhos vendados, de sorte que não pudessem identificar o próprio mestre. Como explicar isso?

Certamente, o que os mantinha neste estado era a própria fantasia que haviam construído acerca de Jesus. Eles mesmos confessam: “...esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram” (v 21).

Antes de condená-los, devemos considerar que esta era a mesma expectativa fantasiosa dos demais discípulos. Portanto, não era a Cristo que seguiam, mas a uma projeção de suas angústias e anseios. Para eles, Jesus deveria ser o estadista que comandaria a rebelião que tiraria Israel de sob o domínio romano e restauraria a sua soberania como nação. Há quem acredite que a intenção de Judas ao entregá-lo às autoridades era que Ele se revelasse e promovesse um levante contra Roma. O tiro parecia ter saído pela culatra. Suas fantasias desvaneceram. Nada do que sonharam ocorreu.

Deus não tem compromisso com nossas agendas particulares. Ele tem Sua própria agenda. Seus caminhos não são os nossos caminhos, nem seus pensamentos coincidem com os nossos. Que Ele é fiel, ninguém duvida. Mas fiel a quê? Fiel aos Seus propósitos e não aos nossos caprichos.

Semelhante àqueles discípulos, muitos em nossos dias estão seguindo a uma projeção a quem identificam como Cristo. Confundem a proposta do evangelho com ideologias políticas, e o reino de Deus com projetos de poder. Por isso, não reconhecem Cristo onde verdadeiramente Ele Se manifesta. Outros confundem Cristo com um gênio da lâmpada, cobrando d'Ele promessas que jamais fez. 

Não percam seu tempo buscando-o nos credos e confissões. Tampouco nas estruturas denominacionais rígidas e cheirando a mofo. Ele é encontrado no caminho, no chão empoeirado da existência.

Percebendo a ignorância daqueles discípulos, pacientemente começou a abrir-lhes as escrituras, apontando os trechos que afirmavam tudo o que Ele teria que passar. Ainda assim, apesar de seus corações arderem ante a exposição da Palavra, seus olhos se mantinham cerrados.

Conhecimento das Escrituras não garante que nossos olhos espirituais estejam abertos. Decorar versículos não evidencia intimidade com o Deus revelado na Palavra.

Quando já estavam chegando à sua casa, Jesus fez como quem prosseguiria viagem. Eles, porém, insistiram para que ficasse com eles aquela noite.

Quando estavam à mesa para a refeição, Jesus tomou o pão e repartiu-o com eles. Seus olhos, então, se abriram. Mas, subitamente, Ele desapareceu diante deles.

Ora, se Jesus houvesse feito algo sobrenatural diante deles enquanto caminhavam, eles certamente O teriam reconhecido. Em vez disso, Jesus preferiu expor-lhes as Escrituras. Ele só fez algo miraculoso depois de O terem reconhecido. Imagine o susto que levaram quando Ele simplesmente desapareceu ante seus olhos!

Nenhum dos milagres feitos por Jesus tinha a intenção de provar quem Ele era. O que o movia a realizá-los era a compaixão. Penso que Ele não mudou Seu jeito de ser. Não consigo imaginar Jesus fazendo sensacionalismo em cima dos milagres como vejo alguns de Seus supostos representantes fazerem hoje na TV. Pelo contrário. Ninguém era tão discreto quanto Ele, a ponto de pedir que os curados não espalhassem o que lhes sucedera.

O mundo não reconhecerá a presença de Cristo entre nós através de nossas performances circenses. Ele O reconhecerá em nós da mesma maneira como aqueles dois O reconheceram à mesa: no partir do pão.

Um pequeno gesto de amor pode fazer cair muitas vendas. Quando os cristãos se dispuserem a repartir o que têm recebido, todos saberão que Ele está entre nós, tão vivo quanto naquele dia em que ressuscitará dentre os mortos.

http://www.hermesfernandes.com/2013/11/enganados-pela-propria-fantasia.html