segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Da serie BEM-DITO.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Mais um pouco de musica!

Há alguns anos tive contato com esta musica!

Teve uma importancia grande, pro meu entendimento de musica cristã.

"Sou um pecador salvo, pela Graça de Deus" Stênio Marcius.


Minhas ansiedades!


"Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mateus 11: 27-30)

Estava meditando sobre algumas coisas que minha vida está passando, sobre algumas necessidade que tenho como homem, como ser humano, me lembrando de alguns planos e expectativas que temos sobre o que esperamos, pelos planos que temos no coração pro nosso ano ou mesmo pro nosso ego.

Lembro me de um papo com o rev. Pedro Luiz Almeida Almeida , e ele nos falava, que ele não cria mais expectativas sobre as pessoas ou situações e é sobre isso que eu gostaria de compartilhar hoje.

Passamos por tantas situações, fazemos tantos planos e quando as coisas saem dos eixos nós simplesmente nos deixamos consumir pela ansiedade e muitas vezes esquecemos de tudo de bom que acontece lembrando somente de que algo não esta saindo bem tem um texto em 1 Pedro:
"Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." 1 Pedro 5:7.

A ansiedade é algo natural do ser humano, nos faz sonhar, buscar, perseguir, mas existe uma ansiedade patológica, que não é normal e nosso Senhor pondera sobre isso:
Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário? Mateus 6:25.

Deus tem cuidado de nós e precisamos aprender que nossas ansiedades são supridas no Senhor, é Ele que cuida de nós e supre nossas necessidades conforme nossa necessidade, lembremos que Ele nos promete aliviar nossa carga.

Temos uma semana menor por causa de um feriado, a você que poderá descansar estes próximos dois dias aproveite para refletir que nossa carga será levada por Ele e Ele tem cuidado de nós.

Uma ótima sexta-feira e um excelente fim de semana abençoado pra todos vcs.

Deus abençoe

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Um pouco de Teologia! "Qual é o argumento ontológico para a existência de Deus?"

O argumento ontológico é um argumento baseado não na observação do mundo (como os argumentos cosmológico e teleológico), mas apenas na razão. Especificamente, o argumento ontológico raciocina com base no estudo da existência (ontologia). A primeira e mais popular forma deste argumento remonta a Santo Anselmo no século 11 DC. Ele começa afirmando que o conceito de Deus é "um ser do qual nada maior pode ser concebido." Já que a existência é possível, e existir é maior do que não existir, então Deus deve existir (se Deus não existisse, então um ser maior poderia ser concebido, mas essa ideia derrota a si mesma-- você não pode ter algo maior do que algo do qual nada maior pode ser concebido!). Portanto, Deus tem de existir. Descartes fez a mesma coisa, mas dessa vez raciocinando a ideia de um ser perfeito.

O ateu Bertrand Russell disse que é muito mais fácil dizer que o argumento ontológico não é bom do que dizer exatamente o que ele tem de errado! No entanto, os argumentos ontológicos não são muito populares na maioria dos círculos cristãos nos dias de hoje. Primeiro, eles parecem implorar a questão de saber como é Deus. Segundo, o apelo subjetivo é inferior aos descrentes, já que estes argumentos tendem faltar o apoio objetivo. Terceiro, é difícil afirmar simplesmente que algo deve existir por definição. Sem uma boa sustentação filosófica quanto a por que uma coisa tenha de existir, simplesmente definir alguma coisa à existência não é uma boa filosofia (como afirmar que os unicórnios são cavalos mágicos de um só chifre que existem). Mesmo com esses problemas, vários proeminentes filósofos de hoje continuam trabalhando nesta forma mais incomum do argumento teológico.


Eis aqui o argumento:

Um argumento ontológico é qualquer argumento que defende a existência de Deus através da ideia de que Ele é obrigatoriamente um ser perfeito e, portanto, deve existir. Os critérios para a classificação de argumentos ontológicos não são exatos e amplamente aceitos, mas eles geralmente partem da definição de Deus e chegam à conclusão de que a sua existência é necessária e certa. Esse tipo de argumento é unicamente um raciocínio a priori e faz pouca ou nenhuma referência a posteriori, de cunho empírico.
Acredita-se que o primeiro argumento ontológico foi proposto pelo teólogo Anselmo de Cantuária. Anselmo definiu Deus como sendo a maior coisa que a mente humana pode conceber e defendeu que, se o maior ser possível existe na imaginação, ele também deve existir na realidade. Ele colocou em seu argumento que uma das característica de tal ser, o maior e melhor que se pode imaginar, é a existência. No século XVII, o filósofo René Descartes propôs argumento similar. Descartes publicou diversas variações de seu argumento, cada uma centrada na ideia de que a existência de Deus é imediatamente deduzida de uma ideia "clara e nítida" de um ser supremo e perfeito. No início do século XVIII, o matemático Gottfried Leibniz retoma as ideias de Descartes para tentar provar que uma "supremacia perfeita" é um conceito coerente. Um argumento ontológico recente veio de Kurt Gödel, que propôs um argumento matemático para a existência de Deus. Norman Malcolm trouxe de novo à discussão o argumento ontológico na década de 1960, quando ele pode localizar um segundo forte argumento na obra de Anselmo; Alvin Plantinga desafiou o argumento de Malcolm e propôs uma alternativa baseada na lógica modal. Tentativas para validar a prova de Anselmo também foram feitas utilizando um testador de teoremas automatizado. Outros argumentos têm sido classificados como sendo ontológicos, entre eles, as obras do filósofo islâmico Mulla Sandra.
A primeira crítica ao argumento ontológico veio de um contemporâneo de Anselmo, Gaunilo de Marmoutiers. Ele usou a analogia da ilha perfeita, sugerindo que o argumento ontológico poderia ser usado para provar a existência de qualquer coisa. Essa foi a primeira de muitas paródias a Anselmo, todas elas sendo concluídas em consequências absurdas. Mais tarde, Tomás de Aquino rejeitou o argumento ontológico de Anselmo baseado na ideia de que os humanos não podem entender a natureza de Deus. David Hume ofereceu uma objeção empírica, criticando a falta de fundamentação racional e rejeitando a ideia de que algo precisa forçosamente existir. A crítica de Immanuel Kant foi baseada no que ele definiu como sendo a falsa premissa de que a existência é uma qualidade de algo. Ele propusera que a existência não é uma característica necessária para a perfeição e que uma ideia "supremamente perfeita" pode ser concebida sem que ela de facto exista. Finalmente, filósofos, incluindo C. D. Broad rejeitaram a coerência da máxima grandeza de um ser, propondo que alguns atributos da grandeza são incompatíveis com outros, tornando a expressão "máxima grandeza" incoerente. Muitos filósofos perceberam que o argumento ontológico era falso, mas Gottlob Frege foi o filosofo que explicou por que o argumento de Santo Anselmo a favor da existência de Deus ė falso .
  
Definição
A definição tradicional para argumento ontológico foi dada por Immanuel Kant. Ele contrastou o argumento ontológico (literalmente qualquer argumento "preocupado com o ser") com o cosmológico e argumentos físico-teóricos. De a acordo com a visão de Katian, argumentos ontológicos são todos fundamentados em raciocínio a priori.
Graham Oppy, filósofo australiano, que em outra situação expressou a posição de que ele "não vê razão urgente" para se afastar da definição tradicional, definiu argumentos ontológicos como aqueles que "começam com nada, mas são análises a priori de premissas necessárias" e concluem que Deus existe. Oppy admitiu, porém, que nem todas as "características tradicionais" de argumentos ontológicos (análise, necessidade e uma precedência) são encontrados em todos os argumentos e, no seu trabalho Ontological Arguments and Belief in God, de 2007, sugeriu que a melhor definição empregaria "somente considerações inteiramente internas à visão de mundo teísta".
Oppy subclassificou argumentos ontológicos em: definicional, conceitual (ou hiper-intencional), modal, Meinongian, experimental, mereológico, de ordem superior ou hegeliano baseado na qualidade de suas premissas. Ele definiu essas qualidades como segue: argumentos definicionais invocam definições; conceituais invocam a "possessão de certos tipos de ideias e conceitos"; modais consideram possibilidades; Meinongians defendem a "distinção entre diferentes categorias de existência"; experimentais usam a ideia de que Deus existe sozinho para aquelas pessoas que tiveram experiências dele; e hegelianos foram os utilizados por Georg Wilhelm Friedrich Hegel. Mais tarde, ele criou outra categoria, dos argumentos mereológicos, que são os argumentos que "se cria ... a teoria de relação parte-todo"

ESTRATAGEMA DE DEUS - A GRAÇA DA GARÇA



A ARTE DE VIVER EM MEIO A LAMA SEM SUJAR AS VESTES ..

Pastor mostra como é facil enganar os fieis!

 

E olhe como é fácil!

ALIENAÇÃO


ALIENAÇÃO:

"Capaz de ameaçar o trabalho e a consciência humana desde seus primórdios, a alienação afeta principalmente o homem do mundo moderno, em que as relações sociais se tornam cada vez mais determinadas por seu aspecto mercantil ou econômico-financeiro.

Alienação é a condição psico-sociológica de perda da identidade individual ou coletiva decorrente de uma situação global de falta de autonomia. Encerra portanto uma dimensão objetiva -- a realidade alienante -- e a uma dimensão subjetiva -- o sentimento do sujeito privado de algo que lhe é próprio.

O conceito de alienação é comum a vários domínios do saber. Em psicologia e psiquiatria, fala-se de alienação para designar o estado mental da pessoa cuja ligação com o mundo circundante está enfraquecida. Em antropologia, a alienação é o estado de um povo forçado a abandonar seus valores culturais para assumir os do colonizador. Em sociologia e comunicação, discute-se a alienação que a publicidade e os meios de comunicação suscitam, dirigindo a vontade das massas, criando necessidades de consumo artificiais e desviando o interesse das pessoas para atividades passivas e não participativas.

Em filosofia política, fala-se de alienação para designar a condição do trabalhador que, à semelhança de uma peça de engrenagem, integra a estrutura de uma unidade de produção sem ter nenhum poder de decisão sobre sua própria atividade nem direitos sobre o que produz. Transcendendo o âmbito da produção, a alienação se estende às decisões políticas sobre o destino da sociedade, das quais as grandes massas permanecem alijadas, e mesmo ao âmbito das vontades individuais, orientadas pela publicidade e pelos meios de comunicação de massas."
Fonte: http://www.estudantedefilosofia.com.br/conceitos/alienacao.php



Fico aqui pensando como estamos nos comportando como Igreja, veja bem, não quero julgar e condenar ninguém, mas é muito complexo a relação FIEL x MÍDIA GOSPEL.

Há algumas semanas atrás, foi realizado em minha cidade mais uma Marcha para Jesus, até ai tudo bem, mas me pergunto, não há muito tempo mas somente há uns três anos, qual é o REAL objetivo dessa MARCHA?

Disse um jornal local que 40 mil pessoas se deslocaram para a Marcha, para fazerem o que?

Os mais alienados me dirão, Louvar o nome do Senhor! Mas para isso eu não preciso gastar a quantia que é gasta, parar boa parte das igrejas evangélicas, travar o centro da cidade... louvo ao Senhor aqui em casa, na congregação dos santos, na praça, ou seja onde eu estiver estarei louvando ao Senhor.

Já fiz alguns eventos gospeis e sei que o valor gasto para realizar uma Marcha sobrepõe a quantia de R$100.000,00, só um dos cantores que veio cobra cerca de R$ 40.000,00 pra cantar, bom sei lá... sei que com 40 mil pessoas faríamos muito mais com IGREJA aos necessitados da cidade, mostraríamos nossa CIVILIDADE e nosso CRISTIANISMO, fazendo um grande movimento social em prol aos carentes atingindo grande parte cidade com mão de obra para realizarmos o IDE, (pelo menos uma vez ao ano).

Não estaríamos batendo palma pra louco (casal Hernandez), presos e condenados pela justiça norte americana e investigados pela justiça brasileira, inclusive responsáveis pela queda do telhado do templo deles e morte de 9 pessoas.

Sei lá talvez eu esteja amargo demais pra esse povo, talvez esteja certo, mas sei que hoje tenho algumas restrições em participar de forma ativa nessa manifestação no centro de minha cidade, faço parte de uma comissão de pastores que estão promovendo uma manifestação parecida na região que moramos, mas os propositos se mostram bem diferentes daqueles que estão na frente da organização da Marcha em nossa cidade, no dia 30/11 estarei lá com meus irmãos pastores e nossas igrejas para apresentar uma proposta diferente, sei lá espero estar errado em relação a tudo isso, vou esperar, enquanto isso  rendendo-me com a mente cativa em Cristo.

Sei-la...